Três países. Uma paixão. Trezentos corpos - escalando, alcançando o céu para construir uma torre humana.

Em Mumbai, na Índia, uma equipe de homens tenta quebrar o recorde indiano de maior torre humana no Dahi Handi Festival, que dura um dia. Em Vilafranca del Penedès, na Espanha, um grupo de castellers (escaladores) formado por homens, mulheres e crianças compartilha sua paixão com o mundo, seguindo uma tradição que remonta a 400 anos. Um lendário treinador leva sua paixão a Santiago, no Chile, na esperança de capacitar e ajudar os grupos locais a melhorar seus desempenhos e, ao mesmo tempo, unificá-los como uma comunidade.

O filme corta entre os três países, levando a uma grande cena climática que o deixará sem fôlego e o manterá na ponta da cadeira. Basta um pé trêmulo e a torre humana cai, fazendo com que centenas de corpos caiam na chuva, na lama ou na calçada em ruínas de um bairro esquecido. Uma paixão que vai além de raças, fronteiras e idades. Uma história global de habilidades destemidas, suspense de tirar o fôlego e também de conexão humana.

Por que fazer torres humanas? As torres humanas são um remédio para a alma. Você arrisca sua vida por um momento sublime de camaradagem e comunidade. A confiança é fundamental. Basta um pé vacilante e a torre inteira cai, fazendo com que você e centenas de outras pessoas caiam no ar, uns sobre os outros e depois na calçada. Construir torres humanas é mais do que uma atração peculiar, mais do que um esporte internacional e mais do que um refúgio para a juventude perdida. É mais até do que uma sede pela glória de vencer. Uma torre humana, quando bem feita, representa uma paixão inigualável pela conexão humana que vai além de raça, fronteiras e idades. Nesse sentido, os melhores construtores de torres humanas do mundo representam todos nós - todas as pessoas, todas as comunidades, todas as nações - em nossa esperança de um futuro melhor.

Um filme infantil encantador e intrigante da Índia, "Gattu" é sobre um órfão que está sendo criado por um tio rigoroso, constantemente frustrado pela incapacidade do sobrinho de se concentrar no trabalho. Em vez disso, Gattu é obcecado por empinar pipas e, em especial, por derrotar o misterioso Kali, uma pipa preta que governa os céus. Para isso, Gattu está preparado para roubar, mentir e até mesmo ir à escola! O único problema é que ele é analfabeto. Mesmo assim, nosso herói aceita o desafio, provando que tudo pode ser possível quando a vontade é forte o suficiente. Indicado ao prêmio de melhor longa-metragem infantil no Asia Pacific Screen Awards de 2012.

The fifth-grade chorus of PS22 on Staten Island, N.Y., became a YouTube sensation when their teacher started posting videos of them singing. Their rousing renditions of pop songs soon earned them a national legion of fans, as well as the attention of Academy Awards producers. This joyous documentary follows the talented and diverse group of kids and their energetic instructor, as together they tackle creative differences, lost voices, and homesickness on their way to appearing in the finale of the 2011 Academy Awards ceremony. The transformative power of music shines throughout.

Uma das cenas mais famosas da comédia muda: um homem com chapéu de palha e óculos de aro de chifre, pendurado no ponteiro dos minutos de um relógio 12 andares acima da rua - e ainda assim poucas pessoas viram "Safety Last!" O gênio cômico do astro do cinema mudo Harold Lloyd é eterno. Chaplin é o inocente Vagabundo, Keaton é o estoico forasteiro, mas Lloyd - o cara moderno que luta pelo sucesso - somos nós. Com sua torrente de gags perfeitamente executadas e acrobacias surpreendentes, "Safety Last!" é a introdução perfeita a esse luminar da era silenciosa.

Esse filme de animação original, sem palavras, evocativo e único, acompanha Cuca, um jovem brasileiro que se aventura de sua casa simples no interior para uma metrópole carnavalesca cheia de neon em busca de seu pai. É um banquete audiovisual. Quando os créditos terminarem, há uma boa chance de que a sua interpretação do filme seja diferente da de outras pessoas - mas que passeio!

Abra seus sentidos para um filme de animação original e visualmente único do artista brasileiro Alê Abreu. Empregando desde mosaicos até aquarelas, o filme transborda de prazer, explodindo com cores vibrantes e ritmos de samba/hip hop. A história se concentra em Cuca, uma criança que cresce no interior do Brasil com sua família. Um dia, seu pai sai para trabalhar na cidade, o que faz com que Cuca parta para a metrópole, determinado a reunir sua família. A animação começa simples, mas, à medida que Cuca se aventura pelo mundo, o estilo visual adquire maior complexidade, criando, por fim, uma paisagem urbana com uma variedade de personagens estranhos nunca vistos antes. A história aparentemente simples revela uma série de conflitos entre o campo e a cidade, a pobreza e a riqueza, o artesanal e o maquinário, de tal forma que o público de todas as idades vivenciará a mesma narrativa em diferentes níveis. O filme de Abreu é cativante e manterá sua atenção presa durante todo o tempo de duração, sem quase nenhuma linha de diálogo, até seu surpreendente e emocionante final.

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